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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Por Keliane Silva Márcio Alves Análise de publicidade feita em um campeonato de futebol Americano patrocinado pela Heineken

Análise de publicidade feita em um campeonato de futebol Americano patrocinado pela Heineken

 O copo com a espuma em formato dos jogadores de futebol americano representa o esporte favorito dos nortes americanos.
É um esporte que requer agilidade, tática e força bruta dos jogadores. O seu jogo de títulos Super Bowl, tem uma audiência anual de quase metade dos lares americanos e também é emitido para 150 outros países em cerca de 30 idiomas diferentes. Sendo o futebol americano o esporte mais amado dos Nortes Americanos, a Heineken mostra nessa peça que os jogadores de futebol Americano apreciam e consumem Heineken e que pessoas que praticam esportes também podem fazer o mesmo.




Resenha texto do professor Rodrigo Stéfani Correa


A preocupação exagerada com a estética faz com que a propaganda seja influenciada por conceitos universais. Com isso tem enfatizado anúncios estáticos. Ou seja, deixado de lado o conhecimento e interatividade com seu publico alvo. Devido essa busca pela estética são ignorados os formatos abertos diminuindo o poder de comunicação do discurso publicitário. As palavras de Martin Barreto são citadas no texto, onde ele afirma que, “não existe comunicação sem cultura, nem cultura sem comunicação” elas precisam andar juntas. É importante lembrar que para um profissional de propaganda ter um bom desempenho, ele precisa mergulhar a fundo em uma descoberta da cultura do seu público alvo. Ser diferente, propor diálogo, sentir-se parte desse público. Entender que é preciso defender principalmente os interesses do consumidor e não apenas do vendedor. Isso é um grande desafio que a propaganda precisa enfrentar.

Márcio Alves e Keliane Silva

Rosymeire Oliveira e Priscila Rita


Olinda inspira Mississipi

“Inspirada na riqueza cultural de Olinda, a nova campanha publicitária nacional da calçados Mississipi para a coleção primavera-verão enfoca o tropicalismo brasileiro, através de cores e cenários típicos do Nordeste. O elemento das "namoradeiras", as eternas mulheres que ficam na janela à espera de seus amores, é a peça-chave da nova campanha, estrelada pela atriz Ísis Valverde. Ela desfila calçando Mississipi pelas ruas de cidades históricas, esbanjando o carisma e o romantismo naturais da mulher brasileira, que são as características da Mississipi.”

 

 

A Objetividade dessa campanha se trata da ação da atriz Isis Valverde calçando a sandália da marca Mississipi sentada na janela como uma namoradeira.

A subjetividade dessa campanha esta relacionada a alusão às esculturas Namoradeiras sentadas na janela. Essas esculturas são típicas do Estado de Minas Gerais e muito comum também no Nordeste brasileiro. Geralmente são esculturas sempre muito coloridas.

O texto que consta no anúncio: “É aqui que vivem as mulheres mais bonitas e felizes do planeta, somos tantas e tão diversas quantas são as cores da nossa natureza. Nós, brasileiras, trazemos a cor no coração. Por isso, escolhi Mississipi, o calçado que é da cor do Brasil.” traz como informação a diversidade e a alegria da mulher brasileira e também o romantismo a sensualidade e a beleza dessas mulheres. A mulher brasileira é um símbolo forte de todos os adjetivos citada acima e mundialmente conhecida por sua sensualidade, que às vezes chega a ser pejorativo para brasileiras que através do conjunto desses adjetivos acabam gerando outros tipos de estereótipos.

Resenha.

 
Cada vez mais estamos sendo bombardeados por propagandas que busca cada vez se assemelhar a nossa cultura, que nos faz refletir um pouco mais sobre a capacidade de manipulação dos nossos pensamentos.
 Antes bastava criar um campanha voltada para o produto e fazer um reforço sobre o mesmo que tínhamos um resultado, hoje em dia temos que criar e todo um discurso publicitário em torno do produto com o cunho cultural e capitalista buscando agregar princípios ideológicos, políticos, e jurídicos.
Como o próprio artigo nos apresenta vimos todos estes contextos serem aplicados pela revista veja que buscou se antecipar a esta tendência, pois este tipo de padronização da campanhas buscam reduzir o tempo gasto pelo consumidor em entender e digerir o anuncio.

 
Por: Rosymeire & Priscila Rita


 

Por: Everson Pontes - Rexona Women | Clinical | Mulheres fortes



Apenas um objeto de higienização feminina, um pote pequeno, com uma pequena bolinha de acrílico na ponta, com um líquido no seu interior que auxilia na eliminação dos odores causados por conta da concentração de suor e pele que é liberada do nosso corpo durante o dia, assim sendo é apenas um objeto qualquer, que muitas das vezes não é tão utilizado pelo sexo feminino.
Para a sociedade contemporânea ainda há pensamentos com a imagem das mulheres como seres frágeis que não conseguem sobreviver sozinhas, que não podem e não conseguem vencer com suas próprias forças.
Desodorante Rexona Feminino, um excelente produto para as mulheres que trabalham muito, que a maioria delas são donas de casa, esposas, executivas e que não para nunca o dia inteiro, e no final do dia precisam estar impecáveis para o maridão, para uma reunião de final de tarde, para um Happy Hour ou pior, para uma reunião de emergência, em que ela não poderá ir nem ao banheiro trocar a camisa, que usou durante o dia inteiro, e que logo a baixo da aquicila encontra-se uma pequena formação de uma mini pizza.
Como este produto a “Rexona” quer mostrar as mulheres, que elas podem mais, pois há uma produto que as acompanham no dia-a-dia, que pensam no conforto delas e que em qualquer momento ela podem contar, tornando-se um aliado dela em todos os momentos e o dia todo. 



Resenha do artigo do Professor Rodrigo Stéfani Correa



Hoje não se vê revistas com tantas informações criticas sobre determinados assuntos, há uma questão maior envolvida entre as letras escritas e entre as colunas editorias, é visto muito a relação de venda através do olhar, são tantas publicações pagas, e sem ao menos tentarem dialogar com o publico, trazendo informações relevantes e interessantes para aqueles que as leem, a uma grande tendência neste mundo contemporânea de venda a quase todo preço, na verdade a qualquer preço, uma forte questão de manter o publico comprando as revistas, para não perder o nível das vendas. 
Antes comprávamos editorias com bons argumentos e indagações, hoje somente anúncios e mesmo em artigos escritos, a muitas informações subjetivadas sobre anunciantes.
 


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


   Campanha pela Igualdade sexual e combate ao preconceito, pelo Governo do Rio de Janeiro.
Por: Ikaro Rocha Cabral e Ana Kássia Brasileiro



  • Levando em conta o lado subjetivo da campanha, pode se dizer que ao primeiro olhar, ela relata uma apologia ao amor, poderia ser entre irmãos ou irmãs, vendo pelo lado marcante da imagem, o foco dado na palavra amor e na imagens dos atores e atriz. Nesse caso, a ação publicitaria quis vender uma ideologia, de que o amor vence qualquer dificuldade que o individuo tenha de aceitar a diferença.
  • Porém, a campanha quis dizer algo a mais em sua campanha, não só o amor em si, mas, sim o amor pela igualdade sexual, o amor entre pessoas que independente de sua "opção" sexual podem se amar como qualquer outro ser humano. Homens e mulheres podem sim amar uns aos outros, mas, também podem amar pessoas do seu próprio sexo, sem ter medo de serem julgados ou descriminados.
  • Resenha crítica do Professor Rodrigo Stéfani Correa:
O Artigo do professor Rodrigo Stéfani Correa aborda de forma clara uma nova forma de abordagem publicitária, deixando algo mais interessante, abandonando aqueles conhecimentos, conceitos e formas de abordagem ultrapassados. Em seus estudos ele aborda tudo isso como publicidade de relacionamento, que seria uma forma mais ampla de aprofundar suas campanhas, trazendo nelas 'coisas' mais intima e familiarizadas do seu publico, abordando valores conhecido por todos, aproximando mais o público daquilo que estão querendo passar. 

Por: Lorena A. Rezende e Danyelle Neiva. Propaganda da Pepsi para o Halloween



No dia 31 de outubro se comemora o Halloween, mais conhecido no Brasil como o “Dia das Bruxas”. As comemorações do Halloween são mais comuns em países como os Estados Unidos. No Brasil, a confraternização do “Dia das Bruxas” vem se tornando cada vez mais conhecida e praticada pela sociedade. Essa festa  é de origem à morte, e por isso são usadas figuras assustadoras, entre elas: os fantasmas, bruxas, zumbis, Drácula, etc.

No dia 31 de outubro, um anúncio da Pepsi rodou o mundo. Na peça, desenvolvida pela belga Buzz in a Box especialmente para o Dia das Bruxas, mostra seu aspecto subjetivo, onde a bebida faz uma menção à marca da Coca. Seu objetivo era realmente chamar a atenção, conseguindo assim uma resposta da Coca-Cola para sua “provocação”. A Coca-Cola posta no site de humor 9gag, onde o conteúdo é disseminado de acordo com sua popularidade, a Coca troca a frase "Desejamos um Halloween assustador para vocês" para "Todo mundo quer ser um herói", fazendo uma alusão à imagem que mostra a Pepsi vestida de Coca, mas que também pode ser vista como a Pepsi utilizando uma capa de super-herói da rival.


5º Período de Publicidade e Propaganda
Lorena Rezende e Danyelle Neiva
 Por: Ana Paula Arantes e Jéssica da Silva Fernandes
5° Período de Publicidade e Propaganda


Tradução: Bem não é assim, geralmente, a vítima é um inocente.

    2- A campanha acima mostra objetivamente um acidente de carro, mas com o cunho de mostrar como a irresponsabilidade no trânsito pode levar a morte de pessoas inocentes, usando a imagem de Hitler que é considerado um dos ditadores mais cruéis que já tivemos na história, coma imagens nos retrata que caso o acidente acontecesse realmente com ele que não é considerado inocente por todo o ocorrido na Segunda Guerra Mundial.

3. O aspecto objetivo é a colisão propriamente
O aspecto subjetivo- Um personagem que retrata a imagem de um inocente sendo vítima de uma batida. Caso o acidente acontecesse com ele, esse personagem não é tão inocente assim. Ocasionalmente a vítima pode ser a própria causadora do acidente.

4. O processo de interligar a propaganda à cultura local ainda precisa fazer parte do conjunto de práticas das produções comerciais. Para o professor Rodrigo Stéfani, o anúncio publicitário precisa estar atrelado ao gênero cultural a que pertence a propaganda. Para ele, a herança da propaganda política militar como a utilizada por Hitler ainda impera no formato universal. Como o discurso publicitário influencia o poder de escolha e comportamento das pessoas faz se necessário a observação do ambiente cultural em que será trabalhada, dessa forma acredita-se obter resultados mais precisos agregado à respeitabilidade aos indivíduos atingido pelo anúncio. Para Débora Pereira (2006), as pessoas consomem não somente para satisfazer suas necessidades, mas também para encontrar um propósito e dar sentido ao seu mundo. Diante desta definição podemos constatar que a exemplo do Brasil, as cidades, estados e regiões possuem necessidades específicas e comportamentos diferenciados de consumo. Então a observação da cultura regional precisa ser uma temática considerada em todas as produções publicitárias do Brasil. O público espectador certamente se verá mais conectado e contextualizado com a mensagem exibida, e a reação do mesmo poderá surpreender satisfatoriamente. Pensar no volume de vendas é importante, mas a maneira de comunicar isso ao receptor pode ser abordada de uma maneira mais criativa se houver um diálogo com os costumes e hábitos diários desse público. Todo o universo cultural existente não pode jamais ficar excluído das práticas comercias, o emissor e receptor somente ganhará afinidade se colocar em práticas este diálogo tão importante.





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Por: Laura Siza e Luciano Ohya.

Análise de publicidade feita em 2010 pela Benegripe.


1.       A subjetividade é caracterizada pela ação publicitária de divulgação do produto e ou marca do produto e seus benefícios contra gripe em resfriado.
          O elemento principal do seu objetivo é o sotaque das pessoas em várias regiões do Brasil. O sotaque característico de certa região no país tem muito a ver com as origens de colonização feitas por vários povos, oriundos de diversas partes do mundo e em diferentes épocas, assim como também o contato da língua portuguesa com o povo indígena que, na época de colonização já habitavam essas terras tupiniquins.
          Isso faz parte da nossa carga cultural, e que se diga de passagem, umas das mais diversificadas do mundo, temos todas as raças e falamos um mesmo idioma, embora com algumas diferenças. Sabemos que nós goianos ao viajar para o nordeste, não pedimos mandioca, mas sim o aipim, no Sul do Brasil se fala “leitE-quentE” e não “leiti-quenti” como falamos aqui, e por aí vai...
         A campanha da Benegripe mostra que não importa a região que mora ou o tipo de sotaque e gíria você usa, todos temos os mesmos problemas, a gripe no caso, atinge todos da mesma forma, o que muda é só o jeito que se diz.

2. Resenha do artigo do Professor Rodrigo Stéfani Correa .

        Com a perda do diálogo e um zelo excessivo pela estética, é notável que um  dos grandes desafios da propaganda moderna é esquecer os conceitos universais  padronizados e estáticos que pouco tem a ver com seus inúmeros e diferentes  públicos e procurar aliar imagem com cultura. Vale lembrar que os anúncios são feitos  para o público e não para agradar o vendedor.
        Por isso, para que haja a capacidade de dialogo, é necessário focar em elementos  culturais que sejam autênticos e palpáveis ao espectador, pois estes objetos  particulares de cada cultura acabam por criar uma iconografia autentica , original e  diferente, que por sua vez acaba atraindo o espectador por conter uma abordagem  nova e interessante.
       Torna- se necessário estudar os diferentes traços de cada cultura para que se entenda a relação existente entre eles ,pois , sociedades diversas atribuem valores de importância diferentes a uma mesma peça ou material.


Laura Siza e Luciano Ohya.
20/02/2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Aula 1 – Estrutura da Cultura e Persuasão

Oi pessoal, 
Hoje vamos falar de Comunicação, Cultura e Identidade. Para analisar a cultura, alguns antropólogos desenvolveram conceitos de traços, complexos e padrões culturais. Traços Culturais Em geral, os antropólogos consideram os traços culturais como os menores elementos que permitem a descrição da cultura. Referem-se, portanto, à menor unidade ou componente significativo da cultura, que pode ser isolado no comportamento cultural. Embora os traços sejam constituídos de partes menores, os itens, estes não têm valor por si sós.  
Exemplo - O mesmo ocorre com os óculos (precisam da associação da lente com a armação) e o arco e a flecha (arma).

Alguns traços culturais são simples objetos, ou seja, cadeira, mesa, brinco, colar, machado, vestido, carro, habitação etc. Os traços culturais não materiais compreendem atitudes, comunicação, habilidades.
Exemplo - Aperto de mão, beijo, oração, poesia, festa, técnica artesanal etc.

Nem sempre a ideia de "traço" é facilmente identificável em uma cultura, em face da integração, total ou parcial, de suas partes. Muitas vezes, fica difícil saber quando uma “unidade mínima identificável” pode ser considerada um traço ou um item.
Por exemplo: o feijão - como prato alimentício, é um traço cultural material; mas o feijão, como um dos ingredientes da feijoada, toma-se apenas um item dessa dieta brasileira.

O mesmo material, utilizado e organizado por pessoas pertencentes a duas sociedades diversas, pode chegar a resultados diferentes; vai depender da utilização e da importância ou valor do objeto para cada uma dessas culturas.
Exemplo: um artesão pode, com fibras de junco, confeccionar cadeiras (Brasil) ou casas (Iraque). Em cada cultura, deve-se estudar não só os diferentes traços culturais encontrados, mas, principalmente, a relação existente entre eles.
Enfim:“Todo elemento cultural tem dois aspectos: subjetivo e objetivo” (White, 1975:140-1).  

SUBJETIVO – O Objeto em si. 
OBJETIVO – O Significado real daquilo para essa sociedade.

Atualmente, parece que os antropólogos têm preferido o termo elemento cultural, em substituição a traço cultural. Hoebel e Frost (1981:20) definem elemento cultural como “a unidade reconhecidamente irredutível de padrões de comportamento aprendido ou o produto material do mesmo”.

O QUE PRECISAMOS SABER: o significado e a maneira como os traços se integram em uma cultura.

Publicidade e Persuasão

 A publicidade raramente convence alguém a algo; Ela persuade alguém a algo. Persuadir tem mais a ver com concordar com algo que o consumidor já pensa: – Por meio dessa concordância trazer o consumidor para o produto que se quer anunciar. – A persuasão se dá quando: localizamos primeiramente os valores do consumidor e depois os associamos às características do produto que estamos anunciando – os valores do consumidor X, as características ou valores expressos pela comunicação do produto.  

Exercícios de Reflexão Criativa: (para ser postado até próxima aula)
1 - Procure um anúncio que carregue em sua raiz criativa Elementos Culturais.
2 - Poste no blog e faça um texto analítico sobre sua importância cultural, indicando no texto: o aspecto subjetivo e o aspecto objetivo.


Para iniciarmos nossa análise lembrei de uma campanha muito polêmica contendo Traços Culturais nítidos e cheio de polêmica. Segue a campanha UnHate da Benetton para comentarmos muito.
3- Vamos às análises: Encontre o aspecto subjetivo e o aspecto objetivo desta campanha com foco na análise cultural e poste no blog
4 -Leia o artigo do Professor Rodrigo Stéfani Correa em anexo, faça uma resenha critica de até 20 linhas e poste no blog também. Os desafios culturais da propaganda na modernidade

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Prova N2

Aluna:Núbia Rodrigues

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Antitese Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Aproximação Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Bi-Secção Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Contra-Corrente Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Força-Vampiro Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Guerra de Marcas Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Hiperbolização Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Híperbole Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Inesperada Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Institucional Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Oportunidade Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Personalização Significante Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Referência Inesperada Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Reserva Espetacular Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Reserva Espetacular Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Testemunhal Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana. Universo Cultural Alunos: Ítalo Hugo e Márcia Luana.